Começa a hora da verdade! Montar o dingue!
O meu estaleiro é um quartinho cheio de tralhas gentilmente cedido por meu irmão e cunhada, cuja laje pinga quando chove e é quente como o inferno quando faz sol. Mas é meu cantinho.
É a casa que meu avós moravam então existem algumas boas memórias no lugar (além de preencher os requisitos históricos mínimos para um livro
), embora eu deva admitir que a partir da adolescência nunca fui um neto presente; sempre digo nesse blog que estou longe, muito longe, de ser santo.
Memórias à parte, está na hora de começar. Vamos precisar de uma bancada, mas qual? Não tenho nenhuma.
Uma bancada de marceneiro pronta custa mais de 300 latinhas (depois, com a prática, descobre-se que uma bancada de marceneiro não prestaria para o serviço e seria dinheiro jogado fora), comprar uma chapa de compensado de uns 10mm para fazer uma? Só o frete para entregar custa mais que a própria chapa. A idéia de usar uma das portas largadas no quartinho foi da Débora, juro que nem me passou pela cabeça usá-la!
A Débora, que está sempre certa e sempre prática tem ajudado muito! Além de romance ser outro requisito mínimo para um livro.
Porta-bancada nos cavaletes, é chegada a hora de começar a montar a quina-longarina, que é a parte mãe do barquinho, é nela que a maioria dos outros componentes se juntam.
Até a longarina, então!
- Estaleiro
- Goteiras
- O velho abacateiro








